domingo, 18 de setembro de 2016

Documentos e Fontes

ATIVIDADE para o 5º Semestre - História/UNEB (2016.1):

A logo abaixo se encontra disponível dois capítulos que abordam acerca da importância das fontes para o trabalho dos pesquisador da área de História e da cautela que devemos ter diante dos documentos que estão carregados de aspectos de monumentos.

ECO, Humberto. A Pesquisa do Material. In: ______. Como se faz uma tese. São Paulo: Perspectiva, 2016, p. 45-54.


LE GOFF, Jacques. Documento/Monumento. In: ______. História e Memória. Campinas: UNICAMP, 1990, P. 535-551.

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31 comentários:

  1. No texto de ECO, A pesquisa do material, foi interessante observar que autor nos apresenta fazer fichas de leitura, que é importante para poder desenvolver a pesquisa. Tambem refere-se ao acesso as fontes e os tipos de fontes. E sempre citar as fontes originais e na língua oficial.
    Já no texto de Lee Goff é importante analisar a questão da memoria e do monumento que há uma ligação um com outro, percebe que ambos retrata o passado, talvez uma representação seletiva do passado e o monumento transmitir a lembrança de acontecimento.
    Le Goff ainda fala algo importante para o historiador,O melhor historiador é aquele que se mantém o mais próximo possível dos textos".
    É grandioso ver que no texto dos dois autores, há uma conexão em busca das fontes e o historiador precisa sempre pesquisar e ser manter perto dos seus textos.

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  2. O artigo, Documento/monumento, de Le Goff, inicialmente discute as origens das palavras monumento e documento, fazendo relações entre ambas e como o historiador deve usa-las. O artigo também discutirá outras formas de documentos fora da perspectiva positivista. Já o capítulo, A pesquisa do Material, escrito por Umberto Eco, faz a diferenciação entre fonte primária e fonte secundaria, mostrando na prática os exemplos de como se fazer uma pesquisa e diferenciar as fontes nas citações e nos embasamentos da pesquisa.

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  3. Neste texto LE GOFF, Observei que fala de Memoria, é feito um estudo sobre a memoria que é bem seleta a qual tem varias funções psíquicas as quais temos lembranças do passado e inclui a fixação e a conservação dos acontecimentos é como fossemos uma HD de computador na qual fossem introduzidos informações e conservadas e posteriormente recuperadas, sendo essas narrações históricas escritas por testemunhas presenciais e fatos ligados a sua época.

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  4. Através de uma análise historiográfica Le Goff (1924) discute acerca do valor que dois materiais têm para o historiador: o monumento e o documento. Ambos estariam relacionados ao poder e à intencionalidade daqueles que os produziram de forma que podemos até considerar o documento como um monumento. Devido os avanços na forma de se conceber a história, os documentos (levados em consideração até então apenas os escritos) passaram por uma revolução onde o “leque” de possibilidades do que se poderia ter como documento histórico aumentou quantitativa e qualitativamente.
    Eco Humberto (1932), por sua vez, afirma que a análise documental (tomando o termo documento como fontes em geral) é de extrema importância para a realização de um estudo histórico. Saber definir quando uma fonte é primária ou quando já passou pela análise de outros, se a temática escolhida possui fontes acessíveis, onde encontrá-las, as condições de consultá-las é um ponto de partida para a formulação da tese, pois um bom historiador tem que saber quais instrumentos lhe permitirá melhor realizar seu ofício.

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  5. Le Goff fala sobre o conceito de monumento e documento e da utilização dos mesmos como fonte histórica e de como foram modificados no decorrer dos séculos. A utilização de monumento como sentido de documento até o seu declínio e a ascensão do documento e da ampliação das definições do mesmo (som, imagem, documento escrito e etc.) como memória histórica, finalizando com a crítica ao documento considerado. Eco já discute sobre fontes primárias e secundárias e como identificá-las de acordo com o tema a ser pesquisado, ainda sobre fonte fala sobre fontes de primeira e segunda mão e do que não devemos considerar como fontes históricas.
    Heloizza Kelly Marques

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    1. O capitulo de Le Goff (1924) vai falar sobre dois materiais importantes da memória, que são os monumentos e os documentos. Vai abordar como a etimologia dessas palavras (monumento e documento) teve variações de sentido no decorre do tempo. Apresenta a importância dos mesmos para a história em períodos diferentes; e que no século XX com a revolução documental o documento triunfa com a escola positivista. E também o nascimento da história quantitativa que vai colocar novamente em causa a noção de documento e seu tratamento.
      O capitulo de Eco Fontes vai começar falando da importância da busca das fontes primarias e secundarias, e também o seu grau de acessibilidade e a capacidade do pesquisador de manuseá-las, para a escolha de um tema para uma tese, e verificação da sua viabilidade, e como as fontes são de estrema importância para dar base e fundamentos na elaboração de um trabalho.

      Nathalia Martins

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  6. Virmos no capítulo de Le Goff, o monumento e a memória que ambos são correlacionados,sendo que o monumento e uma retratação do que, quer ser representados e memorizado em matéria,como já vimos a memória e seletiva como em alguns eventos e situações vão ser lembrados de forma diferente.Analisando-a como o historiador deve usar tais fontes o monumento e o documento de maneira cautelosa observando todo o contexto,pois por trás deve haver alguma intencionalidade de quem os produziu.No Capitulo de Eco Humberto, vai falar sobre as fontes a importância das mesma para a construção do conhecimento histórico, saber distinguir quais as fontes que são primarias e quais secundárias,o historiador exercendo papel de pesquisador analisando as fontes. (Janieli Santiago)

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  7. Lucas José da Silva Tavares23 de setembro de 2016 05:29

    No texto de Jacques Le Goff, são expostos os conceitos sobre o documento e monumento, dando atenção a intencionalidade dos autores dessas fontes, e demonstrando como o historiador deve fazer o uso de tais. Já Humberto Eco discorre sobre as fontes primarias e secundárias e como as encontrar, e apresenta instruções para o uso dessas fontes para a produção de pesquisas.

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  8. Analisando o capítulo de ECO, percebemos então a diferença entre os tipos de fontes históricas: primaria e secundaria ambas que constituem os aspectos principais da pesquisa histórica. Nos trás também aspectos relacionados aos métodos de pesquisa que devemos desenvolver para analise documental, e para o seguimento da pesquisa, desde analise e diferenciação da fonte, a escolha de uma respectiva área e a necessidade de saber se determinada área de pesquisa tem fontes primarias necessária para que possam ser pesquisada e desenvolvimento do tema.
    No capitulo de Le Goff, ele nos trás a discussão acerca do documento e do monumento, e suas importâncias para o oficio do historiador. Faz uma reflexão sobre a intencionalidade contida em ambos, fazendo-nos pensar que quem os produzem automaticamente colocam seus pensamentos e interesses. Pensar a parti de qual momento um documento de torna um monumento e vice-versa, outro fato interessante do capitulo, é que ele nos mostra as transformações sobre o que antes eram considerados como fontes históricas, primeiramente somente as fontes escritas oficias, e depois outras fontes a exemplo das fontes orais.

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  12. Eco, Humberto (1932), oferece conceitos, orientações e instrumentos importantes para uma boa realização do levantamento bibliográfico. O autor inicia definindo o que são fontes primárias, fontes secundárias e literatura crítica. Ressaltando a importância de alguns fatores como: a localização das fontes, qual o grau de seu acesso a elas e a capacidade do pesquisador tem em manuseá-las, para a escolha de um tema. Já Le Goff (1924), aponta o monumento e o documento como sendo dois valores matérias para o historiador utilizá-los no desenvolvimento de suas pesquisas. O documento é monumento. Derivado do empenho das sociedades históricas para infligir ao futuro, apurada imagem de si mesma.

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  17. Por Gilson Ramos


    Humberto aponta alguns cuidados que o pesquisador devera ter em relação ao material que será selecionado para a orientação do seu trabalho .Ele orienta para o pesquisador que ao trabalhar com pesquisa bibliográfica, ele realize algumas perguntas criticas para si mesmo enquanto ao acesso às fontes(primarias e secundarias)de forma mais objetiva e dinâmica a fim de encontrar os instrumento(objeto)que ele necessita com mais facilidade, isto é, em poupo, assegurando assim um suporte de estudo com mais sucesso.
    Já Lee Goff problematiza que o pesquisador não apenas utilize o documento de forma limitada, ou seja, com o auxilio de uma única fonte,pois,segundo ele, é impossível explicar com propriedade os fatos e acontecimentos históricos.Assim,é necessário explorar de forma ampla várias vertentes, cruzando e alargando o corpo documental para além dos textos tradicionais, através de uma erudição capaz de transferi-lo da esfera da memoria para a esfera da ciência histórica

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  18. No capitulo A pesquisa do Material, Humberto Eco trata no que se refere ao acesso às fontes e aos tipos de fontes, discutindo a respeito da fonte primaria e secundaria, e consequentemente com identifica-las no processo de pesquisa e escolha do tema, alem das fontes tidas como de primeira e segunda mão onde Eco no decorrer do texto as diferencia. Ao orientar sobre a pesquisa bibliográfica, o autor demonstra em etapas o percurso a ser seguido pelo pesquisador. Em relação ao texto de Le Goff, o mesmo desenvolve uma reflexão sobre dois tipos de materiais, o documento e o monumento, seus usos e sua legitimidade. Ele desenvolve uma discussão a respeito de ambos e sua relevância para o processo de estudo do historiador, pondo em questão quando o documento se torna monumento e vice versa e ainda enfatiza que todo documento é monumento, pois todo documento é fruto de escolhas e intenções de quem o elabora.

    Raylane Oliveira da Silva

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  19. Le Goff (1990) explica os conceitos de documento e monumento, informando que documento não se limita apenas a textos, mas amplia-se também a ilustrações e oralidade, apontando ainda os modos de abordar tais documentos, sejam eles escritos, pictóricos ou esculturas, para que estes possam contribuir para uma história total. Já Eco (2004) discute sobre os instrumentos utilizados na observação de um objeto de estudo através de fontes primárias e secundárias em sua forma escrita.

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  20. Le Goff apresenta no capítulo a definição de Monumento, que é tudo aquilo que se pode evocar o passado, ou seja, trazer à memória os fatos outrora ocorridos, e Documento sendo como o fundamento do fato histórico, mesmo sendo resultado da escolha do historiador. Sendo assim o que se tem do passado não é o que realmente aconteceu, mas o que é selecionado pelo historiador. Apresenta ainda o documento como monumento e também de caráter duvidoso, devido as suas origens de produção.
    Humberto Eco faz uma elucidação das fontes, sendo elas primárias e secundárias. Alerta aos pesquisadores/historiadores sobre a fonte a ser utilizada, pois, como Le Goff afirma, existe certa manipulação dos acontecimentos através dos documentos. Aponta as fontes como de primeira e segunda mão, delatando a Tradução, a Antalogia, e as Resenhas como não sendo fontes, indicando a importância da diferenciação de fontes primárias e secundárias. O capítulo é uma orientação aos historiadores na escolha das fontes a serem analisadas em sua pesquisa.

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  21. Caroline Santos Lima – V semestre – História - noturno
    Entende-se pode Eco, identificar o objeto, quais serão os instrumentos e meios para a utilização e exploração acerca do objeto, procurando-se atentar para o que possa ser de mais importante acerca do tema e o que possa ser mais explorado e posto como prioridade, ou seja, uma seleção do que se ler e o que pesquisar.
    O trabalho precisa ter uma fonte primária que será base principal da pesquisa de onde deverá partir os demais andamentos da historiografia, já a secundaria encaixa com fontes necessárias a cerca do tema que é uma atualização ao escritor sobre o que já foi feito e esta sendo feito atualmente sobre o tema, afim que de que se assegure de não fazer algo já feito ou pensar em como acrescentar a pesquisa aprimorando alguma outra analise.
    Logo o problema a ser selecionado, será guiado também pelas leituras, método bibliografias.
    A utilização da bibliografia parte da ideia de seleção que responda a alguma questão a cerca do tema selecionado, tendo o cuidado inclusive de selecionar por tema, assunto, e para a pesquisa deva ser um dos primeiros lugares a se buscar.
    Em Le Goff, entende-se que é preciso analisar os documentos/monumentos como vestígios da memória coletiva á esta sociedade, ou espaço que está sendo estudando, pois as construções sócias do período entendo também que carrega identidade e elementos da cultura também.
    Vale lembrar de Dias (2006)o conceito de patrimônio evoluiu ao longo do tempo de maneira bem significativa até chegar ao conceito que possuímos hoje. Segundo pesquisas e discussões mais presentes em meados do século XV, a ideia de patrimônio já existia, mas não com este nome, mas se era reconhecido os signos e a maneira significativa que possui para cada sociedade em sua sociedade.
    Tem se registros de monumentos significativos desde a antiguidade, caminhando entre o período clássico, medieval, moderno, contemporâneo. Nota-se durante os períodos anteriores ao século XIX que a ideia de patrimônio volta-se apenas para o que era produzido pelas camada social mais “rica”, chamada elite. Desta maneira a ideia de patrimônio era privilegio de apenas uma parte da sociedade.
    Logo Le Goff, atenta-se para a escola de Annales, pela consideração de outros matérias como documentos/obras/produções culturais/artísticas//oral como base que possam ser estudados sobre algum elemento histórico e ser considerado cientifico, destacando também para o oficio do historiador e atentar-se e considerar que além dos documentos ditos oficiais outros elementos não oficiais também carregam história e podem sim serem considerados na pesquisa, com os devidos métodos e questionamentos.
    A critica aos documentos sempre precisam ser vistos porque a fonte precisa ser questionada e contestada em vários momentos, para problematização do próprio trabalho.
    Me chamou atenção também quando Le Goff diz: “Ora, esta desmontagem do documento-monumento não pode fazer-se com o auxílio de uma única crítica histórica.” Que vejo como um resumo das orientações e alertas que ele faz.

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  22. Mediante a leitura do capítulo de Legoff (1990) percebe-se a grande quantidade de fontes que um pesquisador pode vir a utilizar. Entretanto, o mesmo frisa na utilização de tipos de fontes diferenciadas das tidas como comuns no meio científico, que são em sua maioria os documentos escritos. Além disso, há um ponto que o autor destaca no qual é extremamente importante para nós enquanto pesquisadores, que é justamente a forma com que se pesquisa, não ficando preso em apenas uma fonte, ou ainda se sucumbir ao senso comum. Agora, temos Eco (2016) que fortalece essa colocação anterior, no qual salienta o fato de nos atentarmos a origem da fonte, de pesquisarmos sua origem, no caso se é ou não de primeira mão, e ao mesmo tempo de não se prender apenas nisso, pois o de segunda mão pode ter grande utilidade. Vanderleia Fernandes VFS..

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  23. Por Valter B. Bonfim Neto

    Humberto Eco. O capitulo estuda a pesquisa do material. Fala sobre a importância de ter acesso as fontes, é necessário que as fontes sejam acessíveis para poder ter mais resultados de qualidades, o autor explica a diferença entre fontes de primarias e fontes segundarias. Eco ainda explica como devem ser feitas as diferentes fontes bibliográficas.
    O artigo de Le Goff, discute sobre conceito de documento/monumento e que esses materiais podem ser apresentado como: "Os monumentos, herança do passado, e os documentos, escolha do historiador" (p.535)

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  24. Legoff (1990) traz uma abordagem bem interessante, na qual nos aponta as existências de uma variedade de fontes e, de certa forma, o processo em que estas fontes passaram para que assim fossem consideradas, salve engano minha doxa, com a Escola do Annales. Destaco ainda, que essas fontes monumentais e memórias são bem interessantes, mas que devemos ter muito cuidado ao utiliza-las, por detrimento das lacunas que podem vir a existir.
    E dentro dessa perspectiva, tem-se o Eco (2016), que aborda a questão da pesquisa das fontes, o cuidado que devemos ter, pois elas podem nos enganar, no caso, podemos fazer o uso de um livro pensando se tratar do exemplar na integra e ele ser um comentário a respeito do original. Além disso, ele ainda faz menção ao uso de catálogos bibliográficos e deixa a sua opinião a respeito colocando-o como um meio seguro de pesquisas bibliográficas.
    Airton S. Freitas.

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  25. Le Goff (1924), fala da extrema importância do documento para a construção da memória coletiva e da sua forma científica ou seja, da construção da História. Estes documentos apresentam-se de formas diversas. Explica os termos relacionados aos documentos e ao termo monumento na visão etimológica, e da relação que os historiadores devem manter com os documentos. Uma citação clássica no campo do conhecimento histórico científico é “não há história sem documento” , no decorrer do curso é primordial o estudos sobre fontes, e os tipos de fonte que eram usados e dos documentos que passaram a ser usados como fontes importantes de estudos. O autor fala também de um elemento curioso que é o fato de uma problemática não ser exclusiva de um único documento. A análise do documento enquanto monumento permite a memória coletiva recuperá-la e ao historiador usá-lo cientificamente, pleno reconhecimento de causa. A história transforma os documentos em monumentos. Aspectos importantes que vale analisar em um outro momento: revolução documental, história quantitativa, revolução da consciência história gráfica e historia crítica. Já Humberto Eco (1932), fala justamente do estudo e pesquisa dos documentos, das fontes, que trás em si, fatos que num âmbito concreto (o objeto) que foram partes da memoria coletiva social, e monumental também. Quanto a acessibilidade das fontes, tanto da fonte primária quanto as secundária, estas últimas servem como apoio, e são usadas para confrontar a fonte primária na construção de uma produção do conhecimento crítico científico (sobre os monumentos concretos, materiais e imateriais são monumentos de um determinado grupo social), a respeito de um determinado objeto, e de um determinado fato, essa construção cientifica é vista por Le Goff enquanto monumento. Eco apresenta praticamente um manual para auxiliar o aluno a escolher seu objeto de estudos, por meio de diferentes fontes, e a sua importância e características.

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  26. Umberto Eco vem abordando sobre o acesso as fontes e também aos tipos de fontes, ou seja todos os métodos que para se usar na pesquisa de um objeto, o que ajudará no desenvolvimento de uma tese, porem Eco salienta a respeito das fontes originais afirmando que sempre devem ser citadas e ate mesmo na sua língua original, ou seja vem trazendo uma discussão acerca das fontes primarias e secundárias pra serem utilizadas em algum objeto de pesquisa. Já Le Goff vem trazendo uma analise sobre os conceitos de monumento e documento, compreendendo monumento como algo que se recorda o passado sendo um material de grande utilidade para o historiador, é como uma herança do passado, e o documento como sendo algo a ser estudado mediante a escolha do historiador, mas salientando que autor afirma que o que sobrevive do passado não quer dizer que existiu, mas sim aquilo que os historiadores decidem estudar, sendo que todo documento que pode ser considerado também um monumento, não é de grande confiabilidade mediante as raízes da sua produção.

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  27. A partir da leitura do capitulo de Le Goff, fica claro os diversos conceitos que o autor traz e que são ferramentas de trabalho do historiador. Conceitos sobre a importância de se classificar e diferenciar fontes, documentos,monumentos. A discussão dessa tematica abordada pelo autor facilita a vida enquanto pesquisadores visto a enfase em esclarecer as fontes utilizadas em cada trabalho, tais fontes são responsáveis por orientar em novas pesquisas ao passo que relativiza a construção da historiografia a partir do que se le no passado. Gildeir Pereira

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  28. Le Goff,(1924) em seu capítulo história e memória traz reflexões a cerca da influência da escola positivista no trabalho do historiador do século XX, o autor escreve que todo o historiador que trate de historiografia ou do mister de historiador recordará que é indispensável o recurso do documento, isso nos leva perceber que para esse período não havia noticia histórica sem documento. Com tudo essa visão de que as fontes históricas estivesse ligada apenas a documentos escritos, vai perdendo força como o surgimento da revista dos "Annales d'historire économique et sociale" ( 1929), onde trazia temas sobre a necessidade de se ampliar a noção de documentos. Le Goff fala que a história faz-se com documentos quando esses existem, mas quando esse não existem deve se fazer sem documentos.

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  29. professora esse comentário de 10 de outubro é de Reinalda Lino de Jesus

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